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VIOLÊNCIA SEXUAL, 50% DESSES CASOS REFEREM-SE À MENINAS DE 1 A 14 ANOS.

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AAVIOLÊNCIA

O coletivo Promotoras Legais Populares de São Carlos (PLP’S) apresentou na última quarta-feira, dia 30, nas dependências da Defensoria Pública, um levantamento de dados sobre o atendimento às mulheres em situação de violência no município de São Carlos.

Os dados apresentados na pesquisa foram debatidos pela Defensora Pública Maria Alice de Macedo; Professora Dra. Sabrina Alice de Macedo; Professora Dra. Sabrina Mazo do LAPREV, representando a Guarda Municipal, Rita Braghin; a Enfermeira Isabela Gerin, do Hospital Universitário; a Secretária Social Glaziela Solfa e o Vereador Roselei Françoso, Presidente da comissão de direitos Humanos da Câmara Municipal.

De acordo com o estudo realizado pelo Coletivo PLP’s em 2016, 365 mulheres conseguiram medida protetiva de proibição da aproximação do agressor ou seja, uma medida por dia. Já nas Varas Criminais de São Carlos, foram 1,5 inquéritos instaurados por dia, em média 11 por semana.

A pesquisa releva ainda que o número de inquéritos distribuídos nas varas criminais é quase 7 vezes maior do que o número de mulheres atendidas pelo CREAS-MULHER, no mesmo período, que atendeu no ano passado menos de uma mulher por semana. Das que receberam atendimento no CREAS-MULHER, 50% já haviam passado por esse serviço nos anos anteriores.

De acordo com os números levantados sobre saúde, a Vigilância Epidemiológica notificou 22 casos de violência sexual, 50% desses casos referem-se à meninas de 1 a 14 anos. Já entre os tipos de violências notificados, observou-se que o maior índice acontece entre mulheres de 20-34 anos.

 

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