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“OPINIÃO”
Prof. Fábio Jamaica
#oesportecomoinstrumentode
O fortalecimento do “Mercado Interno” nos bairros deram início a formação dos fortíssimos Corredores Comerciais.
Diante do alto custo dos aluguéis do Centro, comerciantes locais se uniram e foram encontro com as necessidades de cada região, mesmo sem o apoio de quem poderia representa-los cresceram.
Facilidades no estacionamento, conhecer os clientes pelo nome e proximidade do “Público Alvo” facilitam a vida de quem está na correria do dia-a-dia. Por conta disso, a característica do “Comércio Central” mudou diante da dificuldade de estacionamento, altos R$ aluguéis, vendas on-line.
Entre as questões estão a falta de atrativos para que os munícipes saiam de seus bairros é relatada a falta de qualidade e atrasos do transporte público. Em meados de séculos passados nossas mulheres trabalhavam em casa educando os filhos e cuidando dos afazeres domésticos. Hoje, necessariamente tem que sair para trabalhar junto com o marido para conseguir colocar o mínimo na mesa da família, seus afazeres domésticos ficam para os finais de semana.
Os “quarteirões fantasmas” já são realidade pois não é possível ter resultados positivos condizente com o Séc. XXI, sem propor novas ideias e sem ouvir a população.
Outra questão difícil de ser regulamentada é a vinda de vendedores ambulantes que vem com seus produtos similares aos vendidos nas Lojas, mas sem pagar os mesmos impostos e obrigações trabalhistas dos comerciantes são-carlenses. Deve ser inconstitucional proibir o direito de ir e vir das pessoas.
É sabido por todos os problemas, precisamos de soluções.
O público “jovem” é o que mais frequenta o Centro em diversos horários porém, não tem uma política pública nem direcionamento de produtos de vendas para essa parcela da população.
A certeza é que diante da mudança da característica do público alvo, não voltaremos aos velhos tempos do Sr Wilson pipoqueiro “in memoriam” então, o que fazer?