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HOMEM AGRIDE ENFERMEIRA DA UPA COM SOCO NO ROSTO

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Caso foi registrado na noite de quarta-feira (27) no Plantão Policial

Da reportagem ACidadeON/Araraquara.

    Tom Oliveira

    Em outubro desse ano duas enfermeiras registraram um boletim de ocorrência após terem sido ameaçadas e quase agredidas por pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central. O caso ganhou repercussão após reportagem postada no portal A Cidade ON Araraquara e a secretaria de Saúde, na época, admitiu o problema e disse que medidas seriam tomadas em 2018 para tentar dar mais segurança para os profissionais.

    Como nada mudou até agora, ontem (27) à noite, uma enfermeira de 58 anos foi agredida por um homem, 31, com m soco na orelha esquerda.

    De acordo com o relatório policial o autônomo foi até o pronto socorro levar o filho pequeno que passava mal. Ele teria ficado descontente com o atendimento. Houve uma confusão no local e a enfermeira acabou sendo golpeada pelo rapaz, que precisou ser contido por Guardas Municipais.

    O agressor teria ido embora com o filho logo em seguida e o menino sequer foi atendido pelo médico plantonista.

    O caso foi registrado no Plantão Policial como lesão corporal. O acusado não foi preso e a vítima tem 6 meses para representar criminalmente contra ele.

    O que foi prometido

    Em recente entrevista ao portal A Cidade ON Araraquara a secretária de Saúde Eliana Honain disse que está previsto para ser incluído no orçamento do ano que vem a contratação de coordenadores de fluxo, profissionais que ficariam não na entrada principal da UPA, mas na entrada da área de atendimento para controlar quem entra e quem sai. Do jeito que está hoje, as pessoas ficam perdidas e não há muita ordenação no fluxo de pacientes e acompanhantes. Esse profissional poderia auxiliar, inclusive, o papel da guarda, de acordo com a secretária.

    “Às vezes as pessoas ficam perdidas lá dentro e podem até ficar mais nervosas. Isso impõe um pouco mais de respeito, a gente já viu em outros serviços. É aquele segurança mesmo. Não é todo mundo que entra e sai. Todo mundo tem direito a um acompanhante, mas hoje as pessoas acabam entrando e tumultuando. É para ordenar o fluxo de atendimento. Já vai direcionando as fichas”, explicou ela, na época.

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