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Pai de Sonoda afirma que casamento do filho era normal: ‘Nunca desconfiei’

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O professor de física da UFMT Milton Sonoda

O pai do professor de física da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) Milton Taidi Sonoda, de 39 anos, que foi encontrado carbonizado dentro de um carro em São Carlos (SP), disse que ficou bastante surpreso com a notícia de que a mulher e a enteada do filho seriam as autoras do assassinato.

Veja a reportagem:

Pai de Sonoda afirma que casamento do filho era normal

“Conheci ela e a enteada, mas em termos de frieza, nunca desconfiei de absolutamente nada. A relação deles sempre foi totalmente normal, marido e mulher, enteada, inclusive ele era muito amoroso com ela também”, disse Taizo Sonoda.

Morador de Formosa, em Minas Gerais, ele disse que sempre que podia visitava o filho e descreveu Sonoda como uma pessoa brincalhona, um bom marido e bom pai. “Ele mandava fotos de acampamento, de praia, levantando barracas, tudo com o filho de cinco anos”, contou.

Também lembrou que Milton estava animado com a reforma da casa apontada como o motivo do homicídio. “Ele me mandou uma mensagem dizendo que faltava pouco para terminar a churrasqueira e para a gente comer um churrasco junto”.

Preocupado com o futuro do neto de 5 anos, ele concorda que a guarda da criança fique com a sua ex-mulher, que mora em Itapetininga (SP). “Eu acho que essa é a melhor solução no momento”, afirmou. “Acredito eu no que a justiça deve fazer e aquilo que a justiça achar que deve pagar, que assim seja”.

Entenda o caso

Milton Sonoda foi assassinado no dia 18 do mês passado, por volta das 10h30. Ele era graduado e mestre pela Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos e lecionava na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Uberaba (MG).

De acordo com o delegado Gilberto de Aquino, o professor foi dopado pela enteada antes de ser morto com três facadas na barriga e, após o homicídio, mãe e filha doparam o filho do casal para que ele dormisse enquanto elas escondiam o corpo.

Segundo a polícia, elas levaram o corpo até a Rodovia Luís Augusto de Oliveira e colocaram fogo no carro. “Elas viram que ficariam vestígios, pois havia impressões digitais de ambas e, como a viúva é advogada e tem conhecimento jurídico, decidiram atear fogo no veiculo”, disse o delegado.

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