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PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA JUSTIÇA MANIFESTAM CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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Por A Folha de São Carlos e região

15/03/2017

 

Alunos, professores da rede estadual e funcionários do Fórum Trabalhista de São Carlos paralisaram nesta quarta-feira (15) contra a reforma da previdência social. De 34 escolas estaduais, sete não tiveram aula na cidade e outras abriram parcialmente.

No período da manhã alunos e integrantes de movimentos sociais se reuniram na região central, em escolas e universidades e distribuíram panfletos com informação sobre o impacto da reforma da previdência.

As escolas Ary Pinto das Neves, Archimedes Mendes de Carvalho, Visconde da Cunha Bueno, Alice Madeira, Maria Longhin, Aracy (manhã), Jardim Cruzado e José Ferreira ficaram fechadas durante o dia inteiro.

 

No período da tarde teve manifestação de em torno de 25 funcionários- pôr duas horas- do Fórum Trabalhista. Oficiais de Justiça, analistas, técnicos administrativos aderiram à causa e o ato teve apoio de magistrados.

“É uma imposição que está sendo colocada a toda sociedade. É uma alteração que não foi debatida e nem  foi feito o levantamento da auditoria da reforma da presidência para sabermos se realmente é deficitário ou não. Toda sociedade está sendo prejudicado e, mais ainda, as mulheres que está sendo exigido mais para se equiparar ao homem, quando na verdade  deveria ser oferecidos melhores condições  para  elas trabalharem.”, disse o oficial de justiça e diretor sindical João Paulo Zambom.

Por volta das 17h, na Praça do Mercado se juntaram movimentos sociais, como Levante Popular-, partidos políticos, Sindicatos dos Mertalúrgicos e a APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo- para manifestar contra a previdência.

Os manifestantes invadiram a Av. São Carlos e marcharam ao lados de ônibus e carros cantando em coro como “Ai,Ai,Ai se empurrar o Temer cai” e “Fora Temer”. Eles terminaram passeata na Praça dos Pombos. De acordo com a APEOESP se a reforma for aprovada pelo congresso a categoria perde a aposentadoria especial. Atualmente o professor aposenta com menor tempo de trabalho- homem com 30 e mulher 25 de anos de contribuição. Se mudar eles também vão entrar na idade mínima de 65 anos. Além de aversão à previdência, os professores lutam por reajuste salarial.

De acordo com a Polícia Militar 150 pessoas participaram do ato. Já o Sindicato dos metalúrgicos informou que 1 mil manifestantes estiveram presente.

Foto: Abner Amiel

 

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